terça-feira, 9 de agosto de 2011

Admissão


Devo admitir que eu já quis saber o que leva os meus olhos a baixarem quando são engolidos pelos teus. Naquele momento imensamente afetivo que o silêncio das nossas bocas vibra palavras mudas que dizem mais do que quaisquer outras palavras. Conclui enfim, que amor é o que usamos para explicar o que não se explica. E tem muito disso, de ser sem sentido. Mas não reluto nessa sede de saber o que, como, quando. Não importa, deixo que o acaso me abrace, porque foi assim que fomos apresentados, então é assim que deixo ficar. Na verdade, eu nunca quis transliterações cheias de exatidão sobre esse tamanho sentimento que me encontra a cada encontro que temos em qualquer lugar. O que sei é que gosto do doce que me invade quando os dedos se abraçam por cima da mesa, e os olhos conversam sem palavras audíveis. É bonito, isso tudo de sentir. Tão bonito quanto os teus olhos engolidores dos meus, devo admitir. 



Oi pessoas! Poxa, quanto tempo em?! Sei que sumi, mas é que agora ando meio sem tempo mesmo. Além de andar ocupada por aqui, ando ocupada em off também. Mas enfim, assim que eu conseguir retribuo as visitas em vossos blogs. Forte abraço.

5 comentários:

J. Ríos disse...

Olá Maiara!Parabéns por todo o blog construido...Escreves muito bem!Aqui fico...

psrecuerdame.blogspot.com

Mero Esmero disse...

Extrema sensibilidade e lirismo passeiam por entre a leitura das linhas e entrelinhas desses dizeres aqui escritos.

Fraterno Abraço!

Ricardo Miñana disse...

Un texto sensible combinas con la preciosa imagen.
feliz semana.

Jhenyffer Andrade disse...

amor é o que usamos para explicar o que não se explica.
uma verdade. belo texto.
te sigo. abraços.

jhenyfferandrade.blogspot.com

Iasmin Cruz disse...

Passando pra fazer uma visitinha.
Ótima semana ;*

iasmincruz.blogspot.com